quinta-feira, 10 de abril de 2008

as verdades inventadas.

Ainda me lembro da primeira vez em que vi teus olhos. E, sinceramente, não sei a razão de tanto encanto, se eles não são verdes, nem azuis (olhos claros me fascinam). Talvez seja teu jeito de olhar. O jeito como você me olhou.
Quando eu perguntei 'lembra de mim?', não esperava ouvir o teu sim, 'claro que sim'. Mas quando ouvi, não teve jeito, me iludi.
E agora eu vivo assim, procurando indiretas em cada palavra tua (assim como há em cada palavra minha). Mas sei que, na verdade, eu sou só uma doida que te faz rir, nada mais do que isso.
Mesmo assim, ainda tremo quando você fala comigo e meu suor sai frio.
Meus pensamentos estão tão condicionados a acreditar nessa minha invenção que nem sei mais o que é verdade e o que é ilusão.
Mas eu sei que não se inventa uma paixão e eu me sinto com o coração na mão.


Na tua mão.


E sei que não foram seus olhos, seu sorriso tímido, seu gosto musical foda ou seu all star vermelho que me encantaram. Foi algo que eu desconheço, mas que é muito maior, e muito mais forte, do que esses pequenos detalhes.

2 comentários:

Unknown disse...

esse texto ficou tããão lindo³³³, percebi de cara que é seu mesmo. Não amo olhos claros, eu nem sei o que dizer, mas um dia você vai
descobrir o que de certo te encantou...e se vc descobrir talvez perca até a graça, por isso vc nem quer saber hehehe ^^ JUliana = psicóloga de beira de estrada nas [horas vagas]

Penso, dispenso explicações
Não controlo meu superego
Impossível entender minha tristeza
Já desisti não existe porquê
Sou apenas mais um alegre deprê


\o\

ouvindo móveis

;*

Daniel Barros disse...

hum...sem ter muito o que dizer.
Mas tudo isso aí tem um nome.

bjs [e não apareci aqui antes pq tava sem internet]

até.