Eu lembro da primeira vez em que eu te vi.
Não do dia em que a gente se conheceu, desse dia eu lembro muito pouco, não lembro de nada, na verdade. As minhas lembranças começam no dia em que eu te tirei no amigo oculto e eu nem sabia seu nome, mas fiquei feliz ao descobrir que eu havia tirado você, o mocinho simpático que sabia quando terminava o Tempo Pascal (será que você ainda tem o meu cartão?).
Enfim, eu lembro do dia em que eu te olhei de um jeito diferente, o dia em que eu te vi, lindo, de vermelho e branco, os olhos sorrindo pra mim, e assumi: não tem mais jeito não, é você, amor! É você o meu amor.
Pra mim, aquela foi a primeira vez em que eu te vi de verdade.
Naquele dia eu te olhei e não quis mas fugir, não quis mais me enganar. A partir daquele dia eu deixei que você tomasse conta do meu coração. Do meu coração, do meus pensamentos, dos meus sonhos, da minha vida...deixei que você tomasse conta de mim. Assim, por completo.
E olha pra gente hoje, meu bem. Hoje eu sei que amo de verdade, hoje eu sei que tudo aquilo que apareceu antes não passava de ilusão, tudo aquilo que eu vivia, ou achava que vivia, era mentira. Mas hoje...hoje é tudo verdade, é tudo de verdade.
Porque eu não amo só os teus olhos, teu sorriso lindo, teu jeito, teu beijo ou teu abraço perfeitos. Eu amo seu coração, sua bondade, seus erros, seus defeitos. Eu amo sua atenção, seu carinho, seu cuidado, seu amor. O nosso amor.
Assim como eu te vi pela primeira vez aquele dia, apesar de já ter te visto, hoje eu digo que apesar de já ter amado, você é o meu primeiro amor. Porque agora sim, é de verdade.
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