segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Quanto tempo? Tanto faz.

Ela não acredita quando ele chama o seu nome e só consegue sorrir... Engraçado como, apesar dos anos terem se passado, parece que nada mudou. A sensação de alegria e sincronia é a mesma. Um filme passa na cabeça... as conversas, as risadas, os livros, os textos, os posts, as músicas, os medos, os planos... Tanta coisa que foi dividida e de repente não parece que tanto tempo se passou. O sentimento bom que a invade é o mesmo que a tomava em 2008. Ela não sabe como expressar a felicidade que sente ao vê-lo. Será que ele percebe a sinceridade do seu sorriso? No meio da rápida conversa, a nostalgia vem e ela é invadida por uma saudade boa. Ele diz algo sobre ter se tornado o tipo de pessoa que criticava há 6 anos atrás e faz uma piada sobre a pessoa que ele irá se tornar daqui a uns anos. Bobagem, como se ela não fosse admirá-lo sempre. Bebendo cerveja ou guaraná natural, com o melhor dos empregos ou com a faculdade a concluir, fumando maconha ou sendo o mesmo cara "careta" que ela tanto amava. Certas coisas não mudam. Ele pergunta até quando vai ser assim, encontros corridos e sem planejamento. Ela se apressa em dizer que "temos que marcar algo", como ela sempre diz. Como ela sempre deseja fazer, mas sabe-se lá porquê não o faz. A sorte dela é que parece que o destino (Deus, o universo, ou sei lá quem) quer mesmo que eles não se distanciem.

Um comentário:

Camila Werhahn disse...

Lindo. Como vc! *-* <3
saudades... daquelas...obesas! ;)
bjssssss