Como disse Manoel Magalhães: Entre seus livros que estão assim tão desbotados, entre contas e canções que eu fiz, entre discos e cartas que rasguei... no chão do quarto eu posso ver o nossos sonhos.
Por entre livros;
Por ~ entre cartas e canções;
Os meus sonhos, os meus medos, os meus planos, os meus segredos...
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Quanto tempo? Tanto faz.
Ela não acredita quando ele chama o seu nome e só consegue sorrir...
Engraçado como, apesar dos anos terem se passado, parece que nada mudou. A sensação de alegria e sincronia é a mesma. Um filme passa na cabeça... as conversas, as risadas, os livros, os textos, os posts, as músicas, os medos, os planos... Tanta coisa que foi dividida e de repente não parece que tanto tempo se passou. O sentimento bom que a invade é o mesmo que a tomava em 2008.
Ela não sabe como expressar a felicidade que sente ao vê-lo. Será que ele percebe a sinceridade do seu sorriso?
No meio da rápida conversa, a nostalgia vem e ela é invadida por uma saudade boa. Ele diz algo sobre ter se tornado o tipo de pessoa que criticava há 6 anos atrás e faz uma piada sobre a pessoa que ele irá se tornar daqui a uns anos. Bobagem, como se ela não fosse admirá-lo sempre. Bebendo cerveja ou guaraná natural, com o melhor dos empregos ou com a faculdade a concluir, fumando maconha ou sendo o mesmo cara "careta" que ela tanto amava. Certas coisas não mudam.
Ele pergunta até quando vai ser assim, encontros corridos e sem planejamento. Ela se apressa em dizer que "temos que marcar algo", como ela sempre diz. Como ela sempre deseja fazer, mas sabe-se lá porquê não o faz. A sorte dela é que parece que o destino (Deus, o universo, ou sei lá quem) quer mesmo que eles não se distanciem.
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Um comentário:
Lindo. Como vc! *-* <3
saudades... daquelas...obesas! ;)
bjssssss
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